Soltarei meus pés
na dança do coração
e numa toada de amor
contigo partilharei meus passos.
Lentos, rápidos, bravios
no recinto, no leito, na vida.
Alice Ruivo
- Alice Ruivo
- Nasci em Minas de S. Domingos, uma pequena aldeia do Baixo Alentejo, no dia 19 de Maio de 1955. As minhas raízes são fortemente alentejanas. Cedo se revelou o meu gosto pela escrita. Comecei por escrever histórias, versos, poemas curtos mas longos no sentimento. Aos poucos foram crescendo, ganhando alma, criando à minha volta desejos, desnudando sentimentos onde encontrei muito para chorar. Quando escrever se tornou para mim uma dependência compreendi que era através da escrita que encontrava sossego sempre que sopros grosseiros de desordem invadiam a minha vida. Escrever é para mim um enorme prazer mas é também preocupação e responsabilidade: Preocupação como forma de disciplina, responsabilidade como contrapartida de uma vida livre. Escrevo pondo de lado todos os medos, e desfruto desse acto criativo, inventando, porque a literatura é uma invenção. Com frequência os meus livros nascem de ideias abstractas que vão ganhando forma à medida que as personagens se vão dispondo e arrumando sem conflituosidade. Escrevo com o coração, reescrevo com a cabeça e, por fim, dou-lhe alma.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
. "Escolhemos os nossos amigos por várias razões: por gostarmos dos
mesmos livro, da mesma musica ou porque nos rimos das mesmas coisas.
Estes amigos pela aproximação de valores, às vezes ficam connosco muito
tempo mas raros são os que ficam para
toda a vida. O que fica portanto são aquelas amizades que vamos fazendo
ao longo da vida, que nunca exigem de nós grandes compromissos, de
relação e discurso fáceis em que as palavras fluem, plenas de humor e
quiçá, inteligentes.
Também são importantes. Mas por mais que o sejam, não é suficiente para fundamentar essa coisa fantástica que é termos alguém em quem confiar ou alguém que nos ofereça um "ombro" ou no socorra a um grito de desespero.
Fazer um amigo é preciso uma vida inteira.
Júlia era a amiga que Teresa pretendia para a vida inteira. Não tinha, todavia, sabido mantê-la. Não ficou atenta aos sinais, nem prestara atenção ao que “não foi dito”
Tinha prometido a Magda que procuraria Júlia quando regressasse a Lisboa. Assim fez. Telefonou primeiro.
Deparou-se, com uma amizade que se sentia traída, cheia de rancor, mostrando as garras da indiferença, furiosa por ter sido desperdiçada. A chave enferrujou de tanto esperar e a amizade, tal como a fechadura, ficou presa. Júlia não lhe explicou porque estava tão zangada e por esta altura, depois de tanto discutirem ao telefone, Teresa também já não queria saber.
Por cortesia e apenas por isso acordaram marcar um encontro mas ambas sabiam que o período de hostilidade havia recomeçado e até que não percebessem que haviam exagerado e que a irritação esfriasse, não se encontrariam ou falariam. Não sabia contudo porque, depois disto, se sentir melhor. Aquela discussão veio proporcionar-lhe alguma paz de espírito, como alguém que pensa: “eu tentei. Não podem dizer que não tentei” Teresa não de furtava a um bom confronto e tinha-o conseguido. Preferia o grito dos maus ao silêncio dos bons. Por fim concluía tão-somente isto: Júlia não fora merecedora da minha amizade”. Ponto final..."
Alice Ruivo
Também são importantes. Mas por mais que o sejam, não é suficiente para fundamentar essa coisa fantástica que é termos alguém em quem confiar ou alguém que nos ofereça um "ombro" ou no socorra a um grito de desespero.
Fazer um amigo é preciso uma vida inteira.
Júlia era a amiga que Teresa pretendia para a vida inteira. Não tinha, todavia, sabido mantê-la. Não ficou atenta aos sinais, nem prestara atenção ao que “não foi dito”
Tinha prometido a Magda que procuraria Júlia quando regressasse a Lisboa. Assim fez. Telefonou primeiro.
Deparou-se, com uma amizade que se sentia traída, cheia de rancor, mostrando as garras da indiferença, furiosa por ter sido desperdiçada. A chave enferrujou de tanto esperar e a amizade, tal como a fechadura, ficou presa. Júlia não lhe explicou porque estava tão zangada e por esta altura, depois de tanto discutirem ao telefone, Teresa também já não queria saber.
Por cortesia e apenas por isso acordaram marcar um encontro mas ambas sabiam que o período de hostilidade havia recomeçado e até que não percebessem que haviam exagerado e que a irritação esfriasse, não se encontrariam ou falariam. Não sabia contudo porque, depois disto, se sentir melhor. Aquela discussão veio proporcionar-lhe alguma paz de espírito, como alguém que pensa: “eu tentei. Não podem dizer que não tentei” Teresa não de furtava a um bom confronto e tinha-o conseguido. Preferia o grito dos maus ao silêncio dos bons. Por fim concluía tão-somente isto: Júlia não fora merecedora da minha amizade”. Ponto final..."
Alice Ruivo
. "Escolhemos os nossos amigos por várias razões: por gostarmos dos
mesmos livro, da mesma musica ou porque nos rimos das mesmas coisas.
Estes amigos pela aproximação de valores, às vezes ficam connosco muito
tempo mas raros são os que ficam para
toda a vida. O que fica portanto são aquelas amizades que vamos fazendo
ao longo da vida, que nunca exigem de nós grandes compromissos, de
relação e discurso fáceis em que as palavras fluem, plenas de humor e
quiçá, inteligentes.
Também são importantes. Mas por mais que o sejam, não é suficiente para fundamentar essa coisa fantástica que é termos alguém em quem confiar ou alguém que nos ofereça um "ombro" ou no socorra a um grito de desespero.
Fazer um amigo é preciso uma vida inteira.
Júlia era a amiga que Teresa pretendia para a vida inteira. Não tinha, todavia, sabido mantê-la. Não ficou atenta aos sinais, nem prestara atenção ao que “não foi dito”
Tinha prometido a Magda que procuraria Júlia quando regressasse a Lisboa. Assim fez. Telefonou primeiro.
Deparou-se, com uma amizade que se sentia traída, cheia de rancor, mostrando as garras da indiferença, furiosa por ter sido desperdiçada. A chave enferrujou de tanto esperar e a amizade, tal como a fechadura, ficou presa. Júlia não lhe explicou porque estava tão zangada e por esta altura, depois de tanto discutirem ao telefone, Teresa também já não queria saber.
Por cortesia e apenas por isso acordaram marcar um encontro mas ambas sabiam que o período de hostilidade havia recomeçado e até que não percebessem que haviam exagerado e que a irritação esfriasse, não se encontrariam ou falariam. Não sabia contudo porque, depois disto, se sentir melhor. Aquela discussão veio proporcionar-lhe alguma paz de espírito, como alguém que pensa: “eu tentei. Não podem dizer que não tentei” Teresa não de furtava a um bom confronto e tinha-o conseguido. Preferia o grito dos maus ao silêncio dos bons. Por fim concluía tão-somente isto: Júlia não fora merecedora da minha amizade”. Ponto final..."
Alice Ruivo
Também são importantes. Mas por mais que o sejam, não é suficiente para fundamentar essa coisa fantástica que é termos alguém em quem confiar ou alguém que nos ofereça um "ombro" ou no socorra a um grito de desespero.
Fazer um amigo é preciso uma vida inteira.
Júlia era a amiga que Teresa pretendia para a vida inteira. Não tinha, todavia, sabido mantê-la. Não ficou atenta aos sinais, nem prestara atenção ao que “não foi dito”
Tinha prometido a Magda que procuraria Júlia quando regressasse a Lisboa. Assim fez. Telefonou primeiro.
Deparou-se, com uma amizade que se sentia traída, cheia de rancor, mostrando as garras da indiferença, furiosa por ter sido desperdiçada. A chave enferrujou de tanto esperar e a amizade, tal como a fechadura, ficou presa. Júlia não lhe explicou porque estava tão zangada e por esta altura, depois de tanto discutirem ao telefone, Teresa também já não queria saber.
Por cortesia e apenas por isso acordaram marcar um encontro mas ambas sabiam que o período de hostilidade havia recomeçado e até que não percebessem que haviam exagerado e que a irritação esfriasse, não se encontrariam ou falariam. Não sabia contudo porque, depois disto, se sentir melhor. Aquela discussão veio proporcionar-lhe alguma paz de espírito, como alguém que pensa: “eu tentei. Não podem dizer que não tentei” Teresa não de furtava a um bom confronto e tinha-o conseguido. Preferia o grito dos maus ao silêncio dos bons. Por fim concluía tão-somente isto: Júlia não fora merecedora da minha amizade”. Ponto final..."
Alice Ruivo
Acordei com o sonho que a noite me deu. Com ele esfreguei os olhos e espreguicei meu esqueleto grande e rude.
Saltei da cama. Senti o calor do chão nos meus pés e o clarão que viria a ser dia despertou-me para a realidade.
É Sexta-Feira! Lembrei-me.
Pareceu-me um dia cheio de solicitude e bondade.
Para todos os meus amigos, um feliz dia e um excelente fim-de-semana.
Alice Ruivo
Saltei da cama. Senti o calor do chão nos meus pés e o clarão que viria a ser dia despertou-me para a realidade.
É Sexta-Feira! Lembrei-me.
Pareceu-me um dia cheio de solicitude e bondade.
Para todos os meus amigos, um feliz dia e um excelente fim-de-semana.
Alice Ruivo
Acordei com o sonho que a noite me deu. Com ele esfreguei os olhos e espreguicei meu esqueleto grande e rude.
Saltei da cama. Senti o calor do chão nos meus pés e o clarão que viria a ser dia despertou-me para a realidade.
É Sexta-Feira! Lembrei-me.
Pareceu-me um dia cheio de solicitude e bondade.
Para todos os meus amigos, um feliz dia e um excelente fim-de-semana.
Alice Ruivo
Saltei da cama. Senti o calor do chão nos meus pés e o clarão que viria a ser dia despertou-me para a realidade.
É Sexta-Feira! Lembrei-me.
Pareceu-me um dia cheio de solicitude e bondade.
Para todos os meus amigos, um feliz dia e um excelente fim-de-semana.
Alice Ruivo
Coloquei-me em frente ao espelho, prendi os meus cabelos com uma fita de chita, em laço.
Senti-me menina.
Recuei ao tempo em que as primaveras eram doiradas e os raios de sol ENCHIAM DE FRESCURA A MINHA INFANCIA.
A pele do meu rosto era lisa, brilhante e fresca, as minhas ideias postiças, de referências literárias, inventadas, imaturas.
Pintava leituras, escrevia imagens e tudo parecia exequível.
Olhei-me de soslaio.
Desconfiei da imagem reflectida no espelho.
Soltei o laço de Chita e o cabelo escorregou pelos meus ombros com reflexos iridescentes.
Ainda me vi bonita e fresca, de seios e lábios firmes, de sorriso fácil.
Ainda vi a cor da terra, do fogo, o amarelo das planícies e o verde das montanhas e o riacho da minha aldeia que brotava água fresca e cristalina e onde os homens iam refrescar-se lembrando que são homens.
Recordei o tempo em que os amigos apareciam sempre e os outros quando tinham tempo: amei-os todos.
E este cântico que entoou estes dias do meu mundo,
ENCHERA DE FRESCURA PARTE DA MINHA JUVENTUDE
Abandonei o laço de Chita.
Com um gancho, amparei duas melenas do cabelo, que me chegava á linha dos ombros. Movi-o e abanei a cabeça num gesto intuitivo que parecia devolver-me a frescura do passado.
Sim. As mãos que seguravam os ganchos ainda eram firmes.
Mãos de uma vida, de muitas histórias, mãos que ainda afagam, mãos que estiveram presentes.
O rosto, esse, perdera o brilho, as rugas ganharam forma sustentando o choro e o riso, o tempo que o relógio marcou e a alegria que esse tempo sustentou.
Cantei lágrimas, chorei alegrias. Passei por ventos e mares, tempestuosas verdades, por sonhos e desilusões que conhecem tempestades.
Na alma ainda tenho a doçura mas no coração o desalento porque o corpo sempre atento não nos devolve a juventude.
Abandonei o espelho. Não era importante a mulher que via no espelho, mas a que estava na minha cabeça.
E essa sim.
ESTAVA PREPARADA PARA ENCHER DE FRESCURA TODA A MINHA VELHICE.
Senti-me menina.
Recuei ao tempo em que as primaveras eram doiradas e os raios de sol ENCHIAM DE FRESCURA A MINHA INFANCIA.
A pele do meu rosto era lisa, brilhante e fresca, as minhas ideias postiças, de referências literárias, inventadas, imaturas.
Pintava leituras, escrevia imagens e tudo parecia exequível.
Olhei-me de soslaio.
Desconfiei da imagem reflectida no espelho.
Soltei o laço de Chita e o cabelo escorregou pelos meus ombros com reflexos iridescentes.
Ainda me vi bonita e fresca, de seios e lábios firmes, de sorriso fácil.
Ainda vi a cor da terra, do fogo, o amarelo das planícies e o verde das montanhas e o riacho da minha aldeia que brotava água fresca e cristalina e onde os homens iam refrescar-se lembrando que são homens.
Recordei o tempo em que os amigos apareciam sempre e os outros quando tinham tempo: amei-os todos.
E este cântico que entoou estes dias do meu mundo,
ENCHERA DE FRESCURA PARTE DA MINHA JUVENTUDE
Abandonei o laço de Chita.
Com um gancho, amparei duas melenas do cabelo, que me chegava á linha dos ombros. Movi-o e abanei a cabeça num gesto intuitivo que parecia devolver-me a frescura do passado.
Sim. As mãos que seguravam os ganchos ainda eram firmes.
Mãos de uma vida, de muitas histórias, mãos que ainda afagam, mãos que estiveram presentes.
O rosto, esse, perdera o brilho, as rugas ganharam forma sustentando o choro e o riso, o tempo que o relógio marcou e a alegria que esse tempo sustentou.
Cantei lágrimas, chorei alegrias. Passei por ventos e mares, tempestuosas verdades, por sonhos e desilusões que conhecem tempestades.
Na alma ainda tenho a doçura mas no coração o desalento porque o corpo sempre atento não nos devolve a juventude.
Abandonei o espelho. Não era importante a mulher que via no espelho, mas a que estava na minha cabeça.
E essa sim.
ESTAVA PREPARADA PARA ENCHER DE FRESCURA TODA A MINHA VELHICE.
Coloquei-me em frente ao espelho, prendi os meus cabelos com uma fita de chita, em laço.
Senti-me menina.
Recuei ao tempo em que as primaveras eram doiradas e os raios de sol ENCHIAM DE FRESCURA A MINHA INFANCIA.
A pele do meu rosto era lisa, brilhante e fresca, as minhas ideias postiças, de referências literárias, inventadas, imaturas.
Pintava leituras, escrevia imagens e tudo parecia exequível.
Olhei-me de soslaio.
Desconfiei da imagem reflectida no espelho.
Soltei o laço de Chita e o cabelo escorregou pelos meus ombros com reflexos iridescentes.
Ainda me vi bonita e fresca, de seios e lábios firmes, de sorriso fácil.
Ainda vi a cor da terra, do fogo, o amarelo das planícies e o verde das montanhas e o riacho da minha aldeia que brotava água fresca e cristalina e onde os homens iam refrescar-se lembrando que são homens.
Recordei o tempo em que os amigos apareciam sempre e os outros quando tinham tempo: amei-os todos.
E este cântico que entoou estes dias do meu mundo,
ENCHERA DE FRESCURA PARTE DA MINHA JUVENTUDE
Abandonei o laço de Chita.
Com um gancho, amparei duas melenas do cabelo, que me chegava á linha dos ombros. Movi-o e abanei a cabeça num gesto intuitivo que parecia devolver-me a frescura do passado.
Sim. As mãos que seguravam os ganchos ainda eram firmes.
Mãos de uma vida, de muitas histórias, mãos que ainda afagam, mãos que estiveram presentes.
O rosto, esse, perdera o brilho, as rugas ganharam forma sustentando o choro e o riso, o tempo que o relógio marcou e a alegria que esse tempo sustentou.
Cantei lágrimas, chorei alegrias. Passei por ventos e mares, tempestuosas verdades, por sonhos e desilusões que conhecem tempestades.
Na alma ainda tenho a doçura mas no coração o desalento porque o corpo sempre atento não nos devolve a juventude.
Abandonei o espelho. Não era importante a mulher que via no espelho, mas a que estava na minha cabeça.
E essa sim.
ESTAVA PREPARADA PARA ENCHER DE FRESCURA TODA A MINHA VELHICE.
Senti-me menina.
Recuei ao tempo em que as primaveras eram doiradas e os raios de sol ENCHIAM DE FRESCURA A MINHA INFANCIA.
A pele do meu rosto era lisa, brilhante e fresca, as minhas ideias postiças, de referências literárias, inventadas, imaturas.
Pintava leituras, escrevia imagens e tudo parecia exequível.
Olhei-me de soslaio.
Desconfiei da imagem reflectida no espelho.
Soltei o laço de Chita e o cabelo escorregou pelos meus ombros com reflexos iridescentes.
Ainda me vi bonita e fresca, de seios e lábios firmes, de sorriso fácil.
Ainda vi a cor da terra, do fogo, o amarelo das planícies e o verde das montanhas e o riacho da minha aldeia que brotava água fresca e cristalina e onde os homens iam refrescar-se lembrando que são homens.
Recordei o tempo em que os amigos apareciam sempre e os outros quando tinham tempo: amei-os todos.
E este cântico que entoou estes dias do meu mundo,
ENCHERA DE FRESCURA PARTE DA MINHA JUVENTUDE
Abandonei o laço de Chita.
Com um gancho, amparei duas melenas do cabelo, que me chegava á linha dos ombros. Movi-o e abanei a cabeça num gesto intuitivo que parecia devolver-me a frescura do passado.
Sim. As mãos que seguravam os ganchos ainda eram firmes.
Mãos de uma vida, de muitas histórias, mãos que ainda afagam, mãos que estiveram presentes.
O rosto, esse, perdera o brilho, as rugas ganharam forma sustentando o choro e o riso, o tempo que o relógio marcou e a alegria que esse tempo sustentou.
Cantei lágrimas, chorei alegrias. Passei por ventos e mares, tempestuosas verdades, por sonhos e desilusões que conhecem tempestades.
Na alma ainda tenho a doçura mas no coração o desalento porque o corpo sempre atento não nos devolve a juventude.
Abandonei o espelho. Não era importante a mulher que via no espelho, mas a que estava na minha cabeça.
E essa sim.
ESTAVA PREPARADA PARA ENCHER DE FRESCURA TODA A MINHA VELHICE.
Subscrever:
Mensagens (Atom)